Companheirismo que leva
o alto rendimento com
espírito de equipe assumindo
importância no protagonismo
em uma sociedade.

Esta filosofia
está presente
na formação não apenas
de atletas como também
de pessoas.

Power Soccer | O que é?

O Power Soccer ou Powerchair é um futebol de cadeira de rodas motorizada.

O esporte foi criado em 1978, na França, mas só chegou ao Brasil em 2011.

O Power Soccer é o primeiro esporte de equipe competitivo concebido especificamente para ser disputado por pessoas portadoras de deficiências severas (tetraplegia, paralisia cerebral, distrofia muscular, entre outras)

Joga a partir dos seis anos, por ambos os sexos e que sejam usuários de cadeiras de rodas motorizadas, e sem condições para a prática de outros esportes.

O Rio de Janeiro Power Soccer é uma ONG fundada no ano 2014, que representa um time de futebol adaptado em cadeira de rodas.

O seu time profissional de adultos é campeão brasileiro e já participou de vários campeonatos como a Taça Libertadores da América e o Mundial de Clubes.


Para manutenção deste projeto, contamos com importantes parceiros, com objetivo de ajudar no financiamento esta iniciativa.

É uma oportunidade de associar a imagem de sua empresa em uma ação de engajamento nas melhores práticas de responsabilidade social.


Conheça nosso programa sócio torcedor

Programa Sócio Torcedor

Seja um apoiador do bem !! Faça parte desta torcida da Superação!!!
Com você, garantimos a transformação de nosso atletas!!!


Futebol: A Paixão não tem limites!


Responsabilidade Social

Ajudamos com sucesso as famílias na função de transição da criança para seu equipamento de cadeira de rodas, demonstrando maior liberdade e possibilidades sócio esportivas independentes.

Formando Novos Talentos

Os esportes têm um papel fundamental na formação de crianças e jovens, pois desenvolvem conhecimentos, habilidades, valores e posturas que contribuem para um crescimento saudável e para a formação da cidadania e inclusão.

Benefícios

As habilidades estimuladas pelo esporte - tais como raciocinar, exercitar a memória e a linguagem, compreender situações e estratégias - ajudam no amadurecimento social e emocional da criança, bem como na aprendizagem em sala de aula.

Esporte

No esporte é preciso se esforçar, se dedicar ao máximo. É um campo rico de aprendizado, oportunidades e inclusão social.

Próximos Eventos e Treinos


Notícias Recentes


21/11/2020

RJPS retoma treinos de power soccer de forma híbrida

Clube fará um protocolo para o calendário 2021 com base em dois treinos-testes. O primeiro foi dia 14/11 e o segundo será dia 28/11, ambos no CIAGA Foram 36 semanas de treinos exclusivamente onlines até que os atletas pudessem voltar à quadra. Ainda que de forma híbrida, ou seja, uma parte presencial e outra remota, no último sábado, 14/11, uma pequena parte da equipe de power soccer do Rio de Janeiro se reencontrou na quadra do CIAGA (Centro de Instrução Almirante Graça Aranha), na Zona Norte da cidade, enquanto o restante do time acompanhava as orientações do treino por videoconferência. “Nós nunca imaginávamos que iríamos passar por tudo isso neste ano. Mas, com ou sem competições, o nosso trabalho é manter os atletas em atividade. Já vivemos muitos desafios e a pandemia é mais um que vamos superar com muita resiliência e dedicação de cada membro do clube”, comenta Bruno Fernandes, Presidente do clube que montou uma estrutura de transmissão para que os atletas que ficaram em casa pudesse acompanhar o treino de casa.  Atualmente, a equipe de futebol em cadeiras de rodas do Rio de Janeiro conta com XX atletas. Desses, três estiverem no primeiro treino presencial após o lockdown. Pedro Henrique, um dos atletas mais antigos do clube acredita que durante este período em casa eles acabaram perdendo um pouco o ritmo de jogo. “Achei muito importante essa volta às quadras para termos ritmo de jogo. Durante todo esse tempo os treinos em casa foram necessários para não termos que voltar do zero e isso foi refletido hoje quando a gente percebeu que não começamos do zero”, vibra o jogador de 21 anos, morador de Itaguaí. Quem assina embaixo da opinião do Pedro é o jogador Alan Daniel, 42 anos. “Eu diria que a  qualidade do treino não caiu. O treino em casa é justamente para mantermos o ritmo e os fundamentos técnicos para quando tiver o treino presencial a gente não sentir tanto. O treino em casa é um preparativo para o da quadra”, avalia. Lucas Dutra, 17 anos, destaca o ganho que eles tiveram em casa com espaços reduzidos para treinar. “Os treinos em casa ajudaram muito à percepção de jogo em pequenos deslocamentos, por exemplo no giro e na ré. Era o que dava para fazer com pouco espaço e nós otimizamos isso”. O clube está elaborando um protocolo para 2021 até que a vacina seja liberada para a população. Depois de uma longa etapa só com treinos remotos, o passo para o treino híbrido foi feito com muita cautela e respeito à opinião dos atletas e de seus familiares. “Tecnicamente, estou muito orgulho do que vi em quadra, eles responderam a todos os estímulos que demos nos treinos online. O entendimento e a percepção de jogo depois desses quase nove meses são outros, a gente viu que eles podem fazer muito mais do que a gente imaginava até o período pré-pandemia”, avalia Jaime Torres, Técnico do RJPS. Rafael Lellis, 29 anos, foi um dos XX atletas que acompanhou tudo pela viodechamada. “Como foi a primeira vez até acertar as câmeras no melhor ângulo nós […]

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01/11/2020

Rio Power Soccer retoma treino presencial de bocha após 33 semanas

Com os devidos cuidados de prevenção à contaminação do coronavírus, clube volta a oferecer treinamento 3x por semana na quadra do CIAGA 231 dias. 33 semanas. Sete meses e 17 dias. Esse foi o tempo em que a equipe de bocha paralímpica do Rio de Janeiro Power Soccer treinou por videoconferência durante o período mais crítico da pandemia da Covid-19. O retorno aos treinos presenciais aconteceu no último dia 24 de outubro na quadra do CIAGA (Centro de Instrução Almirante Graça Aranha), na Zona Norte da cidade, com a presença de quatro atletas e o cumprimento de todos os protocolos de segurança. “Nós nunca paramos de treinar. Os atletas têm encontros individuais com suas técnicas e nós temos uma reunião semanal por Zoom com presença obrigatória. Entregamos kits nas casas dos atletas e até calhas para atletas novos que retomaram à prática esportiva durante a pandemia. Mas chegou um momento em que pesa para atletas de nível de seleção como o Lucas Araújo (que esteve nos Jogos Rio 2016) o encontro presencial. Então estudamos muito bem como voltar com segurança e demos a opção para quem quisesse retornar voluntariamente”, comenta Bruno Fernandes, Presidente do clube. No último encontro antes do lockdown, a equipe contava com 13 atletas e estava se organizando para ir disputar o Regional Leste, na cidade de Petrópolis, na região serrana do estado do Rio de Janeiro, no início de abril. Durante a pandemia, 3 novos atletas ingressaram na equipe. Mas, nesta retomada, cada treino terá no máximo quatro atletas. Para contemplar o máximo de atletas, são oferecidos três dias de treino por semana. E várias medidas de segurança foram tomadas como limpeza do piso da quadra, instalação de um totem de álcool gel, dois tapetes sanitizantes, uso obrigatório de máscaras, distanciamento na quadra e permissão apenas de um acompanhante por atleta. Lucas Araújo, da classe BC2, treina diariamente no quintal de casa e vê esse retorno como fundamental para fazer ajustes. “Só presencialmente a gente consegue perceber uns detalhes que não dá para a técnica ver no vídeo”, afirma o atleta que mora na cidade de Maricá. Essa é uma opinião comum a todos os atletas. Por exemplo, o campeão das Paralimpíadas Escolares 2019, Lucas Dutra, BC3, confessa que estava com saudades desse contato físico. “Me diverti muito e estava sentindo falta disso. Tecnicamente, vi alguns fundamentos que não dava para ver na quadra improvisada na sala de casa”, reforça. Embora, o clube tenha dado todas as condições para a gente treinar em casa, o presencial é sempre melhor. Um grande diferencial é poder realizar pequenos jogos com nossos atletas de equipe”, avalia Paulo Henrique, da classe BC2.  Essa retomada teve um significado especial para cada atleta e para a novata o clube, Nathalia Brandão, BC3, não foi diferente. A atleta começou a treinar no Rio Power Soccer durante a pandemia e até o momento só conhecia os atletas pelos encontros virtuais. “Essa volta aos treinos depois disso tudo é muito importante ainda mais pra mim que estava seis anos sem praticar a bocha por causa de alguns problemas pessoais. Eu amo a bocha e quero […]

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03/09/2020

2ª edição do Boccia Battle teve participação de Rio Power Soccer, ADD e SDPD- Barueri

Depois do sucesso da 1ª edição, o próximo Torneio Boccia Battle teria que ser ainda mais desafiador. E assim foi. Junto com as equipes ADD Bocha e SDPB-Barueri, ambas de São Paulo, o RJPS Bocha reuniu 25 atletas para um inédito torneio online interclubes de bocha paralímpica. A competição aconteceu durante o mês de agosto com os atletas conectados ao aplicativo que leva o nome do torneio – além de muitoooooo papo pelo WhatsApp. Interatividade, diversão e frio na barriga como aquele que dá antes da entrada na quadra. Essas formam as principais sensações descritas pelos atletas. “O torneio online possibilitou um momento de lazer em meio a essa pandemia que estamos passando. Muitos não se conheciam, foi um sopro de ânimo para todos que estão em casa há quase seis meses. Deu para matar um pouco a saudade da modalidade e reviver o clima de competitividade”, comenta Melissa Macedo, técnica da classe BC3 do RJPS e idealizadora do torneio. As palavras da Melissa se repetem nas avaliações de Panda Sene, técnico da ADD, e de Caio Oliveira, coordenador e técnico do SPDB-Barueri, parceiros neste torneio. Para Panda, a competição interclubes foi importante para mostrar que independente da classe, a bocha é uma modalidade de muito trabalho mental e que o jogo precisa ser muito pensado. O Boccia Battle reproduz virtualmente as situações de jogo que acontecem em um jogo convencional com a presença dos atletas na cancha e isso traz para muitos atletas a ansiedade que sentem antes de seus jogos na câmara de chama. “Embora o torneio tivesse como objetivo a interação entre os atletas, a vontade de vencer existe no sentimento de cada um. Pude perceber isso de um atleta que, atento para desempenhar um bom papel durante o jogo, cuidou dos mínimos detalhes, seguindo um ritual de preparação que atletas de alta performance carregam”, conta Caio Oliveira, responsável pela modalidade na equipe de Barueri. Entre os 25 participantes, tinham atletas novatos que nunca participaram de um jogo. Melissa Macedo cita o caso de Nathalia Silva, que ainda nem conhece seus companheiros de equipe porque ingressou no Rio Power Soccer durante a pandemia, e o 2º Boccia Battle significou o retorno à modalidade. O aplicativo veio para ser um facilitador no processo de ensino e aprendizagem. E no meio do caminho também surgem novas situações que só com o tempo e aprendendo uma nova forma de conhecer os atletas é que os técnicos vão saber lidar. “Alguns atletas me mandavam mensagens perguntando sobre os outros atletas e isso era engraçado porque como técnico eu não sabia muito o que dizer, pois isso de “dar dicas” sobre os atletas antes dos jogos a gente faz presencial por conhecer como alguns jogam, mas virtual para eu como técnico era só torcer mesmo, esperando que se divertissem e pudesse interagir com outros atletas tendo as mesmas sensações de um jogo presencial”, confessa Panda. A competição terminou com o pódio (virtual), mas todos ganharam atletas, professores e as equipes de forma geral. “Sem o trabalho dos professores e a dedicação deles com os atletas não seria possível a gente manter à […]

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24/07/2020

Efeito pandemia: equipe de power soccer mantém treinamento há 20 semanas

O último encontro presencial da equipe de power soccer foi no dia 7 de março. Há exatas 20 semanas, atletas e comissão técnica entraram em quadra, no CIAGA (Centro de Instrução Almirante Graça Aranha), na zona norte do Rio de Janeiro, para mais um sábado de treino, de 9h às 13h, como o planejamento de 2020 previa. A equipe vinha eufórica pela conquista do título da Champions Cup. O que eles não sabiam, ninguém sabia, era que na semana seguinte, o ano tomaria um rumo totalmente inédito para a história da humanidade. Não houve treino no dia 14 de março. O calendário de competições foi suspenso até o final do ano. E o que poderia ser motivo para desistência ou desânimo foi convertido em combustível para manter os atletas e os membros da comissão técnica cada vez mais em sintonia. Como? Jaime Torres, técnico da equipe de futebol em cadeira de rodas do RJPS, estabeleceu três pilares para o treinamento remoto: percepção, atenção e comunicação. A cada encontro semanal por videoconferência, uma dupla fica responsável por trazer uma resenha sobre um filme ou um episódio de uma série escolhidos previamente. Com isso, Jaime afirma que estimulando a fala (e a leitura em alguns momentos da reunião), os atletas ganham confiança e a comunicação dos atletas é cada vez mais assertiva. . No caso da percepção, o técnico pontua que as situações da ficção trazem repertório para que os atletas ao vivenciarem algo, dentro ou fora de jogo, possam usar a experiência do filme como recurso. E, a atenção acaba sendo um pilar que se autodesenvolve porque eles precisam se ater aos detalhes para trazê-los aos outros colegas de time. E, como o conteúdo é sempre voltado para o esporte, as soluções encontradas pelos jogadores em momentos mais desafiadores passam a ser compreendidas como viáveis mesmo que o exemplo do filme seja de outra modalidade. “Logo assim que cheguei na equipe, percebi que os interesses deles giravam apenas em torno do que eles viviam – dentro da realidade de cada um. Na pandemia, intensificamos à prática dos filmes, conseguimos trazer para eles situações da vida cotidiana comum a todos, além de situações de jogo em que eles passaram a encontrar soluções de acordo com exemplos dos filmes que assistiram”, comenta Jaime. Além disso, tecnicamente, os atletas estão tendo que treinar sozinhos, desenvolvendo habilidades individuais que jamais pensaram ser possível. “É um caminho sem volta”, brinca Jaime. Se antes eles treinavam uma vez na semana presencialmente e conversávamos pontualmente durante a semana, Jaime acredita que as atividades individuais sejam de exercícios ou assistindo a filmes não perderão espaço no ‘novo normal’. Bruno Carvalho vê todo esse momento como grande legado. “O que inicialmente achávamos que era um problema, aos poucos fomos vendo ser nosso aliado. A falta de espaço ou um móvel no meio da sala foram importantes para a gente treinar porque estamos conseguindo aprimorar movimentos curtos simulando situações de jogo, aprimorando reflexo, mudança de posição e atenção”, garante o camisa 5 da equipe. E Jaime completa “acredito que eles estão muito mais preparados e quando formos para quadra, vamos afinar […]

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Power Soccer no Maracanã em 360º!